Simulações e Resultados Importantes ‘Resumo’ – Parte 9

Na seção 3, o artigo continua a discussão sobre a hipótese de Riemann e a função zeta de Riemann. A Figura 3 apresenta a dependência do tempo cósmico no redshift em uma escala logarítmica. Aqui, t é o tempo medido desde o Big Bang.

Na seção 4, o artigo conclui com uma discussão sobre as suposições físicas por trás do formalismo matemático apresentado. Primeiro, temos o princípio da relatividade cósmica, segundo o qual as leis da física são as mesmas em todos os tempos cósmicos. Isso é uma extensão do princípio da relatividade de Einstein, que afirma que as leis da física são as mesmas em todos os sistemas de coordenadas que se movem com velocidades constantes. Em cosmologia, o conceito de tempo t = xv substitui o de velocidade v = xt na relatividade especial comum.

Em segundo lugar, temos o princípio de que o tempo do Big Bang τ é sempre constante com o mesmo valor numérico, não importa em que tempo cósmico ele é medido. Isso é comparável à suposição da constância da velocidade da luz c na relatividade especial. A velocidade em um universo em expansão não é absoluta, assim como o tempo não é absoluto na relatividade especial. A velocidade agora depende de em que tempo cósmico um objeto ou uma pessoa está localizado. Quanto mais para trás no tempo, mais lenta a velocidade progride, mais as distâncias se contraem e mais pesado o objeto se torna. No limite em que o tempo cósmico de um objeto massivo se aproxima de zero, as velocidades e as distâncias se contraem para nada e a energia do objeto se torna infinita.

Nesta nota, derivamos uma fórmula simples válida para todos os valores de redshift no universo. A fórmula relaciona o tempo cósmico t desde o Big Bang para um observador terrestre na época atual ao redshift medido z da luz emitida no tempo t. Espera-se que a fórmula seja útil para identificar objetos no início do universo, já que podemos voltar no tempo tanto quanto desejarmos, mas não até o evento do Big Bang, no qual o redshift se torna infinito.